Após confirmar 56 casos novos de Covid-19 nesta quinta, Ribas do Rio Pardo decreta novo toque de recolher

Após aumento de casos de Covid-19 e de gripe H3N2, a prefeitura de Ribas do Rio Pardo, a 86 quilômetros de Campo Grande, voltou a decretar toque de recolher no município. A medida vale já a partir desta sexta-feira (7), quando a decisão foi publicada em Diário Oficial.

Até o dia 17 de janeiro está proibida a circulação de pessoas e veículos na cidade das 22h às 5h, de segunda a quinta-feira, e das 23h às 5h, as sextas, sábados e domingos.

O decreto estipula ainda que bares, restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos similares poderão funcionar com no máximo de 50% da capacidade de mesas e com a distância mínima de um metro e meio entre elas.

Os shows ou música ao vivo ainda devem ser encerrados com trinta minutos antes do horário previsto para encerrar o funcionamento do local.

Segundo a prefeitura, a implementação de medidas mais restritivas foi necessária depois da secretaria de Saúde do município confirmar 56 novos casos de Covid-19 e ter ainda outros 44 em investigação.

Além desses, a Vigilância Sanitária informou que Ribas tem registro de dez casos de gripe provocada pelo vírus influenza H3N2.

O crescimento surgiu menos de um mês após a cidade celebrar a marca de não ter nenhum caso de Covid-19 em dezembro. De acordo com a prefeitura, com as festividades de fim de ano e o fluxo cada vez maior de pessoas, os números voltaram a subir.

O município também voltou com a Central Covid-19, posto exclusivo para pacientes com síndromes respiratórias, em um espaço mais amplo, no Centro Social Brasil Criança Cidadã. Outra iniciativa foi a convocação, no primeiro dia útil do ano, dos candidatos aprovados no Processo Seletivo Simplificado da área da saúde.

O secretário municipal de Saúde de Ribas do Rio Pardo, Matheus Bolis Fatin, fez um apelo para que a população respeite as medidas sanitárias de prevenção a doença “O distanciamento social, higienização das mãos, uso de máscaras e vacinação são atitudes eficazes contra a transmissão dos vírus para que voltemos à normalidade o quanto antes, caso contrário, o município terá que adotar medidas mais rígidas e restritivas, para evitar a propagação da doença”, alertou

(*) G1 MATO GROSSO DO SUL